domingo, 21 de agosto de 2016

A inspiração vem da onde?

A inspiração vem da onde? Pouco importa, ou mesmo, não vem, nem nuca veio. A leitura de uma texto ou livro não traz inspiração. Afirmar enfaticamente uma verdade imutável e indiscutível vem do poder do verbo. Não existe um início nem fim, existe a aposta no sucesso da persuasão ação entendida como distração ao resto. Tal sucesso é tão infrutífero quanto o conceito de verbo e palavra, é vão como se inserir em uma realidade em detrimento do agora. 

O verbo e mesmo o número têm poder, todo o poder. O poder é que não tem valor real. 

By Tarso Garbelini 

O número

Ainda no número, que se ausenta no ponto, tal passa a dominar o todo e menosprezar inclusive este. Ao dividir o que existe e limitar o caos possível não tem sucesso mas também não se cansa facilmente de conhecer novas coisas e torná-las internas. 

O número e a matemática são representados pelo cérebro e assim este é tido como absolutamente egoísta e interessado no seu ambiente. 

A doença seria quebrar esta regra e remar ao encontro do impossível. 

Existem varias formas de pensar e de idealizar uma sociedade, algumas usam o dinheiro, todas usam o número. 

By Tarso Garbelini 

A confiança

O homem vê mas não enxerga, escuta mas não ouve e assim passa o tempo e a opinião de sua respectiva idade torna-se uma ilusão cujo alicerce não mais faz presença: o número. 

Dez, vinte, trinta ou mais, pouco coisa muda, ou nada, mas o que deveria ser uma pessoa, ou persona, torna-se pluralizada mas aceitável frente às fraquezas que todos nós, uma vez admitimos, navegada, possuir. 

Resumindo, o personagem é obviamente monetado levando à irreverssível muito negada aberração atrás das faces. 

A confiança, ilusória, ainda trás em si, talvez assim somente, algo bom. 

By Tarso Garbelini